A partir do sexto mês de vida, o bebê experimenta e desenvolve, ainda mais, a lógica da ação e reação. Percebe que ao apertar o botão de um brinquedo, por exemplo, uma música tocará. A criança vai se surpreender e os pais ficarão maravilhadas com a expressão de alegria do filho.
Observe um bebê com dois ou três meses de idade. Chama atenção o encantamento que ele nutre pelas próprias mãos, trazendo-as para a frente dos olhos, mexendo-as e levando-as à boca. Ele ainda não tem consciência de que “esse atrativo” (a mão) faz parte do corpo dele e que, ao brincar com ela, está iniciando um processo de desenvolvimento motor. Mas é isso que acontece. “Esses pequenos gestos são treinos para fortalecer punhos e dedos, preparando as mãos também para brincar”, explica Teresa Ruas, Terapeuta ocupacional especialista em desenvolvimento infantil.
Ação e reação
A partir do sexto mês, grande salto! “Os movimentos das mãos e dos dedos estão mais desenvolvidos e cognitivamente, a criança começa a experimentar ainda mais a lógica da ação e reação em suas brincadeiras” conta Teresa Ruas. Isso significa que o bebê percebe que ao bater uma argola no chão, por exemplo, ela faz barulho ou que ao jogar uma bola, ela desliza ou pula. É uma fase deliciosa para explorar os brinquedos interativos ou o seu filho.
Entre o quinto mês, experimente apresentar a ele as brincadeiras de encaixe simples. Mas tenha paciência, pois o aprendizado do encaixe se dará, inicialmente, por tentativa de erro. Sendo assim, o bebê, com o seu estímulo, repetirá inúmeras vezes até acertar. Esse desafio se tornará mais fácil entre o nono e o décimo mês.
O desafio de pinçar
“A próxima etapa do bebê será se arriscar nos movimentos de pinçar, ou seja, pegar coisas com os dedos indicador e polegar, representa um enorme amadurecimento motor”, adianta Teresa Ruas. Assim possibilidades se abrem. Brincar de girar uma chave, por exemplo, já será possível, assim como manipular alavancar os botões.
Se não engatinhar, vai demorar para andar MITO. Não tem problema nenhum se ele pular o engatinhar e ir direto para a marcha. O Importante é que pontos considerados marcos no desenvolvimento, como sentar, tenham acontecido, o que mostra que ele tem um bom desenvolvimento, como sentar, tenha acontecido, o que mostra que ele tem um bom desenvolvimento neurológico e motor.
Quando tiver Tônus muscular na coluna vertebral, nos membros inferiores e nos músculos que sustentam a cabeça, e sentir confiança, vai tentar ficar em pé. Você pode estimular também. Fique de um lado do sofá e chame-o para que ele vá até você. Cerca de 70% das crianças vão andar até 1 ano e 4 meses, 90% até 1 ano e 6 meses e as demais até 1 ano e 8 meses.
O recém-nascido não enxerga como o adulto VERDADE. Mas não vê em preto e branco. Ele percebe diferentes tonalidades, e prefere as vibrantes. No começo, ele enxerga com nitidez o que estiver a 30 centímetros de distância. Com 2 meses, fixa o olhar e foca o objetos.
Com 3, vai conseguir acompanhar o descolamento de pessoas, A capacidade de enxergar em um sentido tridimensional aumenta e, com 1 ano, a criança tem a mesma visão em que um adulto.
Bebê que dorme de barriga para cima pode regurgitar a esgasgar MITO. Dormir de barriga para cima é a posição mais segura para evitar a morte súbita (quando o bebê com menos de 1 ano morre, enquanto dorme, de forma inesperada). Se você tem medo que seu filho engasgue caso regurgite, saiba que isso não acorre porque o líquido, em geral uma quantidade pequena, escorre pelos lados da boca.
Colocou na escola? Logo ele vai ficar doente VERDADE. Até os 2 anos, o sistema imunológico do seu filho não está totalmente desenvolvido, e isso deixa mais suscetível a infecção. Em um ambiente com mais crianças, maiores são as chances de pegar alguma doença, como gripes e resfriados. Por um outro lado, ele vai ganhando resistência e fortalecendo o sistema de defesas do organismo.